O Expenses responde as duas perguntas. O colaborador fotografa o comprovante; o app lê, confere a nota na SEFAZ, checa a política da empresa e leva o reembolso pela aprovação até o pagamento — sem planilha, sem grampo, sem "depois eu vejo".
Página pública · beavy.ai/pt/expenses — o app fica atrás do login em app.beavy.ai
Sua política de reembolso vira um documento vivo: a IA lê e dá o parecer em cada lançamento — na hora, não no fim do mês. Teste com um jantar (limite ilustrativo: R$ 150 por pessoa):
R$ 86,00 — Alimentação. Abaixo do limite de R$ 150 por pessoa. Nenhuma pendência: segue direto para a alçada do seu gestor.
Cada valor sobe até onde precisa, e para onde não precisa não vai: alçada por usuário, categoria e moeda. Veja o relatório de R$ 242,00 subir a cadeia:
Reembolso mal classificado vira passivo trabalhista e fiscal. O Expenses trata isso como assunto sério:
QR Code da NFC-e consultado na SEFAZ: nota inexistente, cancelada ou com valor diferente é barrada antes de entrar no relatório.
Reembolso comprovado, diária ou ajuda de custo? O motor classifica cada lançamento (art. 457 §2º), sinaliza risco de habitualidade e monta o dossiê probatório por colaborador.
A transação do cartão corporativo chega antes do comprovante — o app sabe o que falta, de quem, e cobra sozinho. Conciliação preditiva, não retroativa.
Celular, web ou conversa: a foto vira lançamento com categoria, centro de custo e projeto preenchidos pela IA. Funciona offline e sincroniza depois.
SEFAZ, duplicidade (SHA-256 do arquivo), câmbio de moeda estrangeira, quilometragem e política — cada linha já chega ao gestor com parecer.
Alçadas decidem o caminho; o financeiro concilia com o cartão; o ERP recebe no seu layout. E o colaborador vê a data do pagamento — sem perguntar.
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